6º Festival do Japão do Rio Grande do Sul #bastidores

*update: por algum motivo de erro de sincronização entre app e desktop o post foi substituído por um rascunho antigo e tirado do ar. Estou reescrevendo de cabeça, pois não tinha nenhum backup. O texto atual sofrerá algumas alterações, mas nada que mude o sentido original. 

Olá pessoal !

Gostaria de iniciar uma nova série no blog contado um pouco dos lugares onde apresentamos e todas as curiosidades dos bastidores

Em agosto, a Yukiye e eu (Vinicius Sadao) participamos do 6º Festival do Japão do Rio Grande do Sul em Porto Alegre.

da esquerda para direita: Vinicius Sadao, Yukiye Yassunaga, Carol Ayako (organizadora do evento) e Marcelo Hideshima (comercial da Alfa)

O evento não deixa a desejar para qualquer evento de São Paulo, onde há uma maior concentração de nikkei. Na sexta edição do festival, crescendo ano após ano, o evento contou com público de cerca de 80 mil pessoas. Vale ressaltar que mais de 90% do público era formado por não descendentes. Cenário bem diferente dos eventos de SP, onde existe uma grande concentração de nikkei.

Chegamos em uma sexta, traiçoeiramente, quente pela expectativa do frio que íamos encontrar. Sábado de tempo bom, terminou com uma chuva de “verão” fora de época, ainda que no meio do sol. Para então sermos recebidos com atrasos do frio gaúcho, porém ensolarado.

Eu sei que essa é uma opinião precisamente recíproca, mas não pude deixar de notar a combinação do sotaque gaúcho com rostos familiarmente japoneses. Tenho a clara consciência de que o meu rosto com sotaque paulista também seria diferente para eles. (rs) Aquele imaginário de gaúchos falando “baah” é bem enraizada. Como esse “baah” pode ser usado pra qualquer situação, positiva ou negativa, ou até para colocar no lugar de respiro. (haha) Outra tradição gaúcha que podemos celebrar foi o churrasco e conhecer as danças típicas (danças essas que eram capazes de nos fazer parar de comer carne desenfreadamente para apenas ficar assistindo o espetáculo).

Conhecemos artistas japoneses, tocadores de taiko do Paraguai e também os grupos locais. Fizemos uma parceria improvisada com o pessoal em alguns momentos. Quando digo improvisada, foi até o caso de combinarmos 10 minutos antes de subir ao palco também (rs). O que demonstra, por mais distante que vivemos ainda temos esses laço que nos une, o espírito nipônico.

Acostumado com os eventos de SP que são mais generalista e expõe a relação Brasil-Japão. O Festival do Japão RS celebrou os 50 anos de Porto Alegre com a cidade de Kanazawa ( que pasmem, não é apenas uma lojinha do bairro da Liberdade). Sempre achei essas coisas de cidades irmãs algo muito virtual, mas esse evento mostrou como se pode fazer esse intercambio entre cidades. Trazendo a cultura e as pessoas de Kanzawa para compartilhar com o Porto Alegre e que essa delação aprendeu algo de Porto Alegre também.

A comunidade japonesa de Porto Alegre, apesar de infimamente pequena em relação a de São Paulo, é fortemente unida e assim tem conseguido se superar realizando um evento de sucesso. Apesar de um olhar crítico observar que a comunidade local não avançaram para a etapa de ter uma infra estrutura, como um espaço físico de um kaikan. Por outro lado, as ações feitas de disseminar a cultura japonesa para sociedade brasileira são avançadas até mesmo para os Paulistanos.

 

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